And here I go, again…

Antes de mais nada, gostaria de agradecer aos amigos e conhecidos que me cobraram, reiteradas vezes, novos posts neste blog. Sorry, folks! Eu sei que não adianta tentar explicar o inexplicável (ou chorar sobre o leite derramado… etc e tal.) O que passou, passou. O negócio, agora, é… bola pra frente!

Para quem está chegando agora, deixe-me esclarecer melhor o que aconteceu: durante uma boa parte de 2011 compareci, por aqui, com uma certa regularidade (pelo menos uma vez por mês) para escrever sobre assuntos variados, de meu interesse, que considerava dignos de uma conversa animada (e inteligente) em uma roda de amigos, durante um happy hour de fim-de-tarde.

O ideal seria fazê-la em algum barzinho da zona sul carioca, à beira-mar, acompanhado de uma “loirinha estupidamente gelada”. Ou, na falta destes, serviria um autêntico e aconchegante pub inglês, numa tarde chuvosa de outono em Covent Garden ou, até mesmo (vá lá!), “dans um petit bistrot”, no coração do Quartier Latin, saboreando um legítimo e encorpado “rouge” MADE IN FRANCE.
Não seria nada mal, heim? Afinal de contas, sonhar, minha gente, é “muitcho bão” e não paga imposto algum! Certo?

Bem…, na impossibilidade de realizar esta minha singela fantasia, ocorreu-me que, graças à maravilha da tecnologia que é a Internet, poderia, se não compartilhar os espaços, pelo menos as ideias, que poderiam ser lidas e discutidas livremente, em qualquer tempo e lugar. Esta era, e continua sendo, a minha proposta.

Mas, como todos (e, principalmente, Joseph Climber) sabem, “a vida é uma caixinha de surpresas”.
Ocorreram algumas mudanças em meu trabalho, que por motivos óbvios não posso aqui comentar, que acabaram minando a minha disposição de, como diria o velho mestre Millôr, livre pensar e escrever.
Aliado a este fato houve, também, a descoberta (e inevitável encantamento inicial) do Facebook.

“Mardito” FB! Gasta-se muito tempo lendo um montão de bobagens lá. No começo é até divertido, mas os assuntos (e as pessoas) acabam se tornando repetitivos, chatos mesmo. (Sorry, again, folks!) O Facebook mostrou-se uma ótima ferramenta para se saber a quantas anda aquele amigo distante, que não vemos há tempos, ou como foi “aquela” festa na qual não deu para comparecer. Conduzir uma conversa mais séria sobre o que quer que seja lá é, simplesmente, impraticável. O negócio, na verdade, não foi feito pra isto. O mais que se pode encontrar lá é um ou outro comentário mais espirituoso e zilhões de “Curtir”.
Menos, né?

Resumindo a ópera… e sem querer explicar o inexplicado, o fato é que fiquei mais de um ano sem escrever aqui. A fonte, simplesmente, secou. Mas, como costumava dizer minha saudosa vovózinha portuguesa, “não há mal que sempre dure, nem bem que nunca acabe”. Ao fim e ao cabo, consegui superar os obstáculos e… I am back!
Espero que gostem… 😉